Proposta Pedagógica

  • Filosofia Educacional

  • Missão

    Colaborar na formação e desenvolvimento das potencialidades das crianças, dos adolescentes, dos jovens e dos adultos, tornando-os autônomos, críticos, responsáveis, autenticamente cristãos com atitudes de Fé, Amor e Compaixão, comprometidos com uma sociedade mais Fraterna e Solidária.

  • dos Fins aos Objetivos

    1 - DOS FINS: Constituem fins do Colégio a formação de homens e mulheres competentes, conscientes e compassivos, capazes de construir uma sociedade mais justa, solidária e fraterna.

    2 - DOS OBJETIVOS:

    Constituem objetivos do Colégio:

    a) desenvolver o projeto educativo à luz do Evangelho para, a partir do princípio cristão do "amor ao próximo", possibilitar à comunidade escolar a vivência de valores morais e éticos;

    b) formar integralmente o educando, mobilizando-o em todas as suas dimensões: espiritual, moral, intelectual, afetiva, social e cívica, articulando essa formação às exigências do mundo atual;

    c) possibilitar ao educando o conhecimento elaborado como instrumento para desenvolver as capacidades cognitivas e das competências necessárias à conquista da autonomia intelectual;

    d) oportunizar as relações interpessoais que favoreçam a formação do espírito de equipe e da capacidade de liderança, que se concretizam nas atitudes de cooperação, respeito e solidariedade.

  • da Educação Infantil

    O curso de Educação Infantil tem como finalidade o desenvolvimento da criança de 03 a 06 anos de idade, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectuais, morais e sociais, suplementando a ação da família e da comunidade.

    São objetivos gerais do curso:

    Garantir experiências que possibilitem ao aluno:
    - construir sua autonomia e a cooperação;
    - solucionar os desafios do dia-a-dia;
    - construir atitudes de responsabilidade;
    - desenvolver a criatividade;
    - formar um auto-conceito positivo e estável;
    - comunicar-se e expressar-se por diferentes formas e meios;
    - enfatizar a vivência dos valores cristãos em nossa prática diária;
    - enfatizar a descoberta e a criticidade;
    - favorecer o processo de construção dos conhecimentos do mundo físico e social.

  • do Ensino Fundamental

    Tendo em vista favorecer o alcance das finalidades e objetivos da instituição, o Ensino Fundamental de 1º ao 9º ano, dando continuidade à proposta da Educação Infantil, pretende criar condições para que todos os alunos desenvolvam suas potencialidades e adquiram os conhecimentos necessários para compreensão da realidade e a participação nas relações sociais, políticas e culturais, condições fundamentais para o exercício da cidadania.

    Sendo assim, o Ensino Fundamental tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

    1. o desenvolvimento da capacidade de aprender, através do pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

    2. a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

    3. o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

    4. o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social;

    5. a compreensão do sentido da vida, ajudando a descobrir quem é e para que existe.

  • Metodologia

    Com a finalidade de favorecer o alcance da proposta da instituição, a Educação Infantil e o Ensino Fundamental concebem o aluno como sujeito de sua própria formação, numa constante interação com os outros alunos, com os professores e com o conhecimento na busca da autonomia intelectual. Nesse contexto, o conhecimento é visto como meio de desenvolvimento para as potencialidades do indivíduo e o professor como intermediário entre o aluno e o conhecimento.

    Garantir a formação de um aluno que reflete, participa e assume responsabilidades é uma conquista da autonomia moral e condição para o exercício da cidadania, bem como para compreensão de uma cultura mais ampla. Essa ênfase na autonomia condiciona a opção por uma metodologia que considera a atividade do aluno no processo de construção do conhecimento e valoriza a vivência de experiências diversificadas.

    O desenvolvimento de habilidades que levem o aluno a aprender a aprender e que o capacitem a desenvolver-se em termos de sua autonomia intelectual e autonomia moral, que o potencializa para viver em sociedade, deve implicar na aprendizagem de determinados procedimentos que permitam ao aluno:

    - conhecer e planejar o desenvolvimento do conteúdo a ser trabalhado em cada componente curricular numa atitude de liberdade e responsabilidade;
    - identificar formas de resolver problemas;
    - assumir uma atitude questionadora e de levantamento de hipóteses;
    - construir sua personalidade através do trabalho;
    - atender seu ritmo próprio, em função dos objetivos estabelecidos. O desenvolvimento das atividades do dia se faz em dois momentos: Trabalho Pessoal (TP): no qual o aluno trabalha com: materiais, pesquisas, leituras, exercícios, desafios, atividades em grupo; jogando, montando maquetes, realizando pesquisas, trabalhos de sínteses, seminários etc. A conquista da autonomia ganha espaço à medida que ele pode optar pelas diferentes propostas de trabalho.
    Trabalho Coletivo (TC): no qual o professor direciona o trabalho com todo o grupo da sala, utilizando-se de diferentes estratégias (aulas coletivas, apresentação de seminários, partilha ...). Atitudes e habilidades sociais são trabalhadas.

    Busca-se alternar esses dois momentos de atividades através da diversificação de estratégias.

    Ao final do período é feita uma atividade de "tomada de consciência", na qual os alunos conversam sobre o que fizeram, do que gostaram ou não, ou sobre o que foi planejado e não foi realizado. Normalmente, desse momento brota um planejamento ou replanejamento para o dia seguinte.

    Nas séries finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano), as salas-ambiente procuram retratar características particulares de cada componente curricular e se justificam à medida que favorecem um melhor contato do aluno com o conhecimento. Nesses ambientes, as atividades estão organizadas em momentos de trabalho pessoal e coletivo através do uso de diferentes recursos e estratégias, que visam ao desenvolvimento das habilidades do pensamento (analisar, sintetizar, comparar, relacionar, justificar etc.). Nesses espaços o professor deve garantir condições para que o aluno tenha acesso a variados instrumentos de trabalho que lhe permitam a aquisição de hábitos de educação permanente. Deste modo, o professor deve garantir que as salas sejam um rico espaço de aprendizagem e uma constante apropriação do conhecimento.

    A complementação de papéis que estabelece, entre professores e educandos, uma rede de interações, pressupõe expectativas recíprocas. Comportamentos de perguntar, expor, incentivar, coordenar e participar de debates, explicar, argumentar etc, devem ser vividos por ambos numa cadeia de participação, em que o conhecimento se constrói pelo diálogo, as habilidades se desenvolvem na experiência e as atitudes se formem no exemplo e no testemunho.

  • Avaliação

    A avaliação da aprendizagem escolar deve ser considerada como parte do processo educativo e adquire sentido na medida em que se mostra coerente com a proposta pedagógica a que está articulada.

    Se concebemos a aprendizagem como um processo de construção do conhecimento, a prática da avaliação deve ser entendida como processo que visa a acompanhar e a promover a aprendizagem de conceitos, procedimentos e atitudes.

    Em cada bimestre planejado, o professor, na sua série ou no componente curricular, acompanha continuamente o aproveitamento escolar do aluno através de instrumentos de avaliação diversificados: observação, trabalhos escritos, exposições orais, provas, pesquisas, trabalhos práticos e outros específicos de cada componente curricular. Na escolha e elaboração dos instrumentos deverá ser observada a norma de preponderância dos aspectos qualitativos, voltados para as capacidades mentais superiores: pensamento, reflexão, argumentação, julgamento etc..

    Ao final do ano letivo será calculada a média anual do aluno, mediante a aplicação da fórmula: MA = (1B + 2B + 3B + 4B) / 4 = 6,0

    Em que:

    MA = Média Anual 1B, 2B, 3B e 4B são os quatro bimestres.

    A avaliação dos aspectos formativos fundamenta-se nas observações do professor com relação ao desempenho do aluno nas diferentes atividades, analisando a atenção, o interesse, a responsabilidade, a participação, o esforço e o progresso.

  • Sistema de Aprovação

    A aprovação deve ser decorrência normal do processo educativo, considerando a retenção na série, caso excepcional.

    Serão considerados aprovados os alunos que, em cada componente curricular, tiverem freqüência igual ou superior a 75% e média igual ou superior a 6,0 (seis). Os alunos que não alcançarem média anual mínima 6,0 (seis) em mais de 3 (três) componentes curriculares serão submetidos ao Conselho de Classe, que decidirá sobre a retenção ou acesso à recuperação final e aos exames.

  • Sistema de Recuperação

    O processo de recuperação é desenvolvido sob a co-responsabilidade do professor, da equipe de coordenação e da família, e se desenvolve em três modalidades:

    a) Recuperação Contínua: ao longo do período letivo, através de atividades orientadas em aulas normais, no dia-a-dia escolar.

    b) Recuperação Paralela: no decorrer do bimestre para os alunos com defasagem e/ou dificuldades de aprendizagem, através de aulas de apoio que acontecem no período de aula contrário ao horário normal das aulas e que têm por objetivo sanar as dificuldades na sua origem.

    c) Recuperação Final: acontece após a divulgação dos resultados do quarto bimestre, para aqueles alunos que não alcançaram média anual mínima 6,0 (seis) em até no máximo três componentes curriculares e para os alunos que não atingirem média 6,0 (seis) no 4º bimestre.

    Após a Recuperação Final, serão realizados os exames finais, também previstos no calendário escolar, cujos conteúdos a serem cobrados referem-se ao domínio do mínimo fundamental exigido na série.

    O direito ao exame final está condicionado à freqüência na Recuperação Paralela e no Período de Recuperação Final.

    Após os exames finais, serão considerados aprovados os alunos que obtiverem média final maior ou igual a 5,0 (cinco) em cada componente curricular, conforme a fórmula:

    MF = (MA x 2 + EF x 1) / 3 = 5,0

    Em que:
    MF = Média Final
    MA = Média Anual
    EF = Exame Final Não poderá participar do estudo de Recuperação Final o aluno que não tenha demonstrado o mínimo de aproveitamento escolar, ou seja, média anual 4,0 (quatro) em cada componente curricular.

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