Milagre atribuído a Madre Clélia Merloni

O médico brasileiro Pedro Ângelo de Oliveira Filho foi internado na Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto no dia 14 de março de 1951, com uma progressiva paralisia dos quatro membros, chamada Síndrome de Landry ou Guillain-Barré. Rapidamente a paralisia avançou e causou insuficiência respiratória aguda, causando dificuldade em engolir. No dia 20 de março, o paciente mal conseguia respirar e engolir sua saliva. Os médicos informaram que seria sua última noite. Angelina Oliva, sua esposa, pediu orações a Ir. Adelina Alves Barbosa. A religiosa deu-lhe uma novena de Madre Clélia com uma foto contendo um pedaço do tecido do véu que ela usava. Ir. Adelina e os parentes do médico começaram a rezar. A irmã deu água ao paciente, onde havia colocado a pequena relíquia, e ele engoliu. Depois de alguns minutos perceberam que ele conseguia engolir e não perdia mais a saliva. Aos poucos foi bebendo água e um copo de leite. Vendo que ele engolira tudo, Ir. Angelina preparou um creme, que Pedro Ângelo também engoliu com facilidade. O médico de plantão, que chegou pela manhã, ao ver o paciente curado, exclamou que era um milagre. A melhora foi progressiva e dentro de 20 dias, Pedro caminhava normalmente. No dia 6 de maio recebeu alta do hospital perfeitamente curado. Pedro faleceu 25 anos depois de ter sido curado da paralisia (1976), devido a uma parada cardíaca.

 

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